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Publicado por Rodolfo Dantas em 10 Fev 2008 | sob: Sem Categoria
Publicado por Rodolfo Dantas em 10 Jan 2008 | sob: Sem Categoria
Propagandas de TV, spots de rádios, anúncios impressos, banners criativos na tela do computador… Estes são os principais recursos utilizados pelas empresas no intuito de se comunicar com os clientes e persuadi-los a consumir seus produtos ou serviços. Mas a Comunicação de Mercado não se restringe a isso.
Abrange ainda a maneira com que a empresa lida com seus resultados – positivos ou negativos – nos negócios, seus relatórios anuais, eventos patrocinados, materiais promocionais, etc.
Fundamentalmente, é qualquer forma de comunicação das organizações com os consumidores, realizada desde a produção de grandes anúncios até a simples interação pessoal. E a Redação Mercadológica é a principal ferramenta nesse processo de comunicação.
O objetivo da Redação Mercadológica é aprimorar de maneira eficaz a Comunicação de Mercado, obtendo, desta forma, o fortalecimento da marca da empresa e o aumento considerável de vendas.
Para isso, é preciso colocar em prática os seguintes fatores:
• Expressão escrita competente: dominar a língua portuguesa, saber utilizar as palavras adequadas, ser conciso, elegante e original na medida certa;
• Desenvolvimento da percepção: compreender o que os consumidores desejam, ter conhecimento do contexto social em que estão inseridos para proporcionar experiências que melhor transmitam os benefícios de sua marca;
• Domínio das técnicas de persuasão: através de métodos específicos, desenvolver textos agradáveis de ler que atraiam a atenção dos receptores e lhes induzam à ação de compra: a meta primordial da publicidade;
• Respeito à linguagem da mídia: reconhecer a maneira mais eficiente de expressar as idéias nos diferentes meios de comunicação, pois cada mídia possui sua linguagem própria. Por exemplo, devem-se evitar textos longos e prolixos em sites da internet.
Somente um texto bem estruturado e persuasivo é capaz de despertar no receptor a consciência de sua necessidade e, consequentemente, apresentar-lhe o produto como objeto de satisfação deste desejo.
O texto mercadológico só funciona quando os consumidores sentem-se impelidos a comprar o que lhes foi oferecido; não basta desenvolver uma idéia divertida sem que ela cumpra seu principal objetivo no mercado: vender mais.
E não se conquista o cliente à força; a Redação Mercadológica oferece honestidade e sedução para que as empresas não apenas alcancem a mente dos consumidores, como também conquistem um espaço em seus corações.
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Publicado por Rodolfo Dantas em 10 Dez 2007 | sob: Sem Categoria
Você já parou para pensar como está cada vez mais difícil chamar a atenção das pessoas? Elas estão cada vez mais cheias de atribuições: trabalho, família, educação continuada, trânsito e aí vai.
Quando se trata de apresentar a empresa para um cliente ou potencial cliente esta missão torna-se ainda mais difícil. Hoje em dia, mais do que expor uma série de informações sobre a empresa é preciso encantar o cliente. E para isso, uma das ferramentas de comunicação corporativa mais eficazes é o vídeo institucional.
O vídeo institucional tem a responsabilidade de mostrar a empresa da forma mais atraente e responsável possível. Isso significa que a mensagem audiovisual criada deve estar alinhada aos objetivos de mercado e à filosofia da empresa.
Em outras palavras: o vídeo institucional não é simplesmente uma composição estética de imagem, som e locução. Muitos vídeos produzidos para mostrar empresas conceituadas no mercado desconsideram a peça mais importante do produto final: o roteiro.
Há quem acredite que o roteiro é simplesmente o texto que será lido pelo locutor. Aí fica fácil: para desenvolver um, basta saber escrever. Não é nada disso. O roteiro consiste na estruturação técnica do que será comunicado a três canais do receptor do vídeo: a visão, a audição e o canal da “emoção”.
O roteirista profissional tem habilidade e conhecimento para extrair todas as informações relevantes do cliente e estruturá-las de forma agradável, dinâmica e, principalmente, envolvente.
Lembre-se: a maior prova de fracasso de um vídeo institucional é a desatenção do cliente durante sua apresentação. Acredite: alguns chegam a cochilar. As empresas que valorizam a qualidade da comunicação com seu mercado e exigem um roteirista profissional, para o desenvolvimento do roteiro do vídeo institucional, certamente não correm esse risco.
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Publicado por Rodolfo Dantas em 10 Nov 2007 | sob: Sem Categoria
Publicado por Rodolfo Dantas em 10 Out 2007 | sob: Sem Categoria
Um jingle é um anúncio musicado. Trata-se de uma pequena peça musical cuja função é facilitar e estimular a retenção da mensagem pelo ouvinte. É geralmente curto e sua melodia é ao mesmo tempo simples e de fácil compreensão.
O jingle que respeita as regras de criação radiofônica, como a utilização de argumentos diretos, refrões, repetição e melodias simples, estimula o ouvinte a repetir determinadas frases melódicas, cantando ou assobiando, multiplicando a informação veiculada e possibilitando que o mesmo esteja em contato com a marca mesmo quando não está ouvindo rádio.
Além disso, por se tratar de uma peça musical, o jingle transmite alegria, contentamento, tranqüilidade, segurança, poder e outros sentimentos que podem agregar valor quando relacionados a uma marca ou produto.
Em relação ao spot, a produção de um jingle demanda mais tempo e é mais cara. Por esse motivo, é comum o aproveitamento no rádio de jingles produzidos para a TV. Nesse caso, esta estratégia pode constituir um significativo reforço para uma campanha publicitária. No entanto, espera-se que o jingle seja produzido visando à utilização eficiente da linguagem para os dois meios. Ou seja, o jingle criado par ser veiculado no rádio e na TV não deve depender de informações visuais para ser compreendido.
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Publicado por Rodolfo Dantas em 10 Set 2007 | sob: Sem Categoria
Muitas empresas equivocadas pensam que o valor de uma marca se desenvolve apenas em conseqüência de campanhas publicitárias e outras mensagens promocionais. Isso não deixa de ser verdade. Hoje, porém, é sabido que uma marca forte se constrói a partir da experiência global do consumidor com a marca, o que compreende não só as formas tradicionais de comunicação, como toda e qualquer forma de contato.
Nesse sentido, Sergio Zyman propõe a seguinte reflexão para os leitores do seu livro A publicidade que funciona: como obter resultados com estratégias eficazes (2003 p.52-53):
Meu nome é Sergio Zyman, e se você não conhece nada a meu respeito (o que pode ser bom), sou apenas um sujeito com um nome. Mas quando você tiver acabado de ler este livro, a marca Sergio Zyman será composta pelo meu nome, mais as sensações que provoquei em você, mas a sua percepção do que fiz para ajudá-lo – ou aborrecê-lo. Se fiz um bom trabalho, a marca Sergio Zyman significará algo para você, e você terá mais chances de comprar um dos meus livros, ou contratar a mim e minha empresa para lhe prestar consultoria. Se fiz um péssimo trabalho, a marca Zyman terá uma conotação negativa, e você provavelmente sequer compraria um carro usado de mim.
A reflexão proposta por Sergio Zyman nos faz concluir que a empresa que deseja incentivar consumidores a comprarem seus produtos deve se preocupar com a experiência que proporcionam a seu público.
É, portanto, fundamental que as empresas avaliem, entre outras coisas, a forma com a qual se comunicam com o seu público. E quem mais deve ficar preocupada com esta questão é a empresa que não inclui o seu website entre as suas formas de comunicação mais importantes.
Há organizações que oferecem serviços impecáveis, dignos dos valores pagos com satisfação pelos seus clientes. Muito bem, a qualidade do serviço e do atendimento comunicam e, pelo o que parece, proporcionam experiências agradáveis ao consumidor. Isso reforça ††?3?uma marca, mas não é tudo. Embora atinjam um nível de qualidade satisfatório em seus serviços, o que pensar do fato de estas mesmas empresas não valorizarem a qualidade da comunicação de seus websites?
É muito comum, por exemplo, as empresas atribuírem o desenvolvimento e a atualização das páginas do seu site, a funcionários que, embora competentes, não são redatores e muito menos webwriters (profissionais especializados em textos para a web). Mais do que isso: existem organizações com anos de tradição que não se importam em colocar o design de seus sites sob a responsabilidade dos inúmeros “micreiros” (lembra-se daquele sobrinho do seu cunhado que passa as tardes desenvolvendo blogs e pode muito bem quebrar o galho da empresa do seu amigo?).
Nestes casos, a pergunta que se deve fazer é a seguinte: como será a experiência que a minha marca está proporcionando aos meus clientes e potenciais clientes pela internet?
A resposta virá. E não será nada difícil compreendê-la.
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